A diferença central é a causa: o seguro de vida paga em morte por qualquer causa, natural ou acidental; o de acidentes pessoais paga só quando a morte ou a invalidez decorre de acidente. Por cobrir menos, o de acidentes pessoais é mais barato, e confundir os dois deixa a família descoberta no cenário mais comum.
O que cada um cobre
- Seguro de vida: morte natural ou acidental, invalidez, doenças graves.
- Acidentes pessoais: só morte e invalidez decorrentes de acidente.
Por que a confusão é perigosa
A imensa maioria dos óbitos decorre de causa natural. Quem contrata acidentes pessoais achando que tem seguro de vida descobre, no pior momento, que a morte por doença não é coberta.
Quando cada um faz sentido
- Seguro de vida: para quem quer proteger a família contra qualquer causa de morte.
- Acidentes pessoais: para exigência de convenção, atividade de risco, ou como complemento barato ao vida.
Dá para ter os dois
Muita gente combina: o seguro de vida como base e o acidentes pessoais para ampliar o capital em caso de acidente. Assim cobre qualquer causa e reforça o cenário acidental por um custo baixo.
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