A cobertura de lucros cessantes repõe o faturamento que a empresa deixa de ganhar enquanto está parada por causa de um sinistro coberto, como um incêndio. É a cobertura que decide se a empresa sobrevive ao tempo de reconstrução, e é a mais dispensada por parecer supérflua.
O que ela cobre
Enquanto a empresa reconstrói ou repara o que o sinistro danificou, ela continua com despesas fixas, salários, aluguel, e sem receita. Os lucros cessantes cobrem o faturamento perdido nesse período, mantendo o negócio de pé.
Por que a cobertura básica não basta
A apólice de incêndio paga o conserto do que queimou. Mas quem paga a folha e o aluguel dos quatro meses em que a empresa ficou fechada? Sem lucros cessantes, ninguém, e é aí que muitos negócios quebram.
Como é dimensionada
- Pelo faturamento e pela margem da empresa
- Com um período indenitário definido (ex.: até 6 meses)
- Considerando as despesas fixas que continuam durante a parada
Quem mais precisa
Empresa cujo faturamento depende do funcionamento diário, comércio, indústria, prestador com ponto fixo, é a que mais precisa. Reabrir sem caixa depois de meses parado é o cenário que a cobertura evita.
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