Quem dirige para Uber, 99 ou outro aplicativo precisa declarar esse uso na apólice: o seguro comum não cobre o veículo usado como transporte remunerado. Rodar por app sem informar é uso diverso do declarado, e é motivo para a seguradora negar o sinistro, mesmo um acidente sem relação com a corrida.

Por que o uso por app muda tudo

Carro de app roda muito mais quilômetros, em horários e regiões de maior risco, e com passageiros a bordo. Isso multiplica a exposição a sinistro, e a seguradora precisa saber para precificar corretamente e aceitar o risco.

O que fazer para ficar coberto

  • Contratar apólice que aceite uso para transporte por aplicativo
  • Declarar a atividade e a quilometragem real
  • Incluir cobertura de acidentes pessoais de passageiros (APP), essencial para quem leva gente
  • Avisar a seguradora se começar a rodar por app depois de contratar

O risco de omitir

Muita gente contrata como uso particular para pagar menos e roda por app. No sinistro, a seguradora apura o histórico, cruza dados e nega a indenização. O prejuízo, aí, é do próprio motorista.

Coberturas que o motorista de app não deve dispensar

  • RCF-V com limite alto, pela exposição maior
  • APP para os passageiros
  • Assistência 24h robusta, porque o carro é a ferramenta de trabalho

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Cristiano Altarugio

Cristiano Altarugio, Corretor especialista em seguros

Sócio-administrador da Altarugio Corretora de Seguros Ltda. (Vida de Ouro Corumbataí). Ver perfil completo →

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