Para o autônomo, o seguro de vida é ainda mais importante do que para o CLT: ele não tem estabilidade, auxílio-doença robusto nem seguro do empregador, e a renda cessa no dia em que ele para. A apólice cobre a família em caso de morte e cobre o próprio autônomo em caso de invalidez.

Por que o autônomo é o mais exposto

Sem carteira assinada, não há vida em grupo da empresa, e os benefícios do INSS costumam ser proporcionalmente menores. Se o autônomo se acidenta e não pode trabalhar, a renda simplesmente para.

As coberturas que mais importam

  • Invalidez por acidente e por doença, que protege a renda de quem sobrevive sem poder trabalhar
  • Morte, para amparar a família e quitar dívidas
  • Doenças graves, com antecipação do capital no diagnóstico
  • Diária de incapacidade temporária, em algumas apólices

Quanto de capital contratar

Some as dívidas que ficariam e multiplique a renda mensal por 24 a 36 meses. Para o autônomo, vale reforçar a cobertura de invalidez, que é o risco que mais ameaça o sustento.

Vida e previdência juntos

O autônomo também não tem previdência do empregador. Combinar o seguro de vida com um plano de previdência privada cobre os dois flancos: o imprevisto de hoje e a aposentadoria de amanhã.

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Cristiano Altarugio

Cristiano Altarugio, Corretor especialista em seguros

Sócio-administrador da Altarugio Corretora de Seguros Ltda. (Vida de Ouro Corumbataí). Ver perfil completo →

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